MINHA PRIMEIRA INVERSÃO.

OLÁ, sou eu, Matiel e dessa vez vou contar como foi minha primeira experiência de inversão e isso ocorreu antes de eu me casar.

Tudo começou quando conheci, aqui na praia do Bessa, em João Pessoa, uma morena espetáculo chamada Suelem (fictício). Nos conhecemos quase que sem querer, estava eu tomando banho de mar e alguns colegas me chamou para batermos pelada e certa hora a bola bateu próximo a ela, que estava se bronzeando, e então lhe pedi desculpas pelo ocorrido. Ela me olhou esnobe, mas aceitou as desculpas. Depois da pelada fui me banhar de novo e daí ela estava na água também, puxei papo e logo passamos a conversar. Descobri que Suelem morava no Centro da cidade, porém trabalhava como domestica num apartamento próximo a casa que eu morava. Marcamos então de a noite nos encontrarmos, mas só depois das 21 já que era quando ela terminava os serviços. Ela dormia num quarto do próprio apartamento e tinha a chave, pois sua patroa a deixava sair para passear se quisesse durante a semana, enfim, a noite nos encontramos e passamos a nos relacionar, mas nada sério, só fica mesmo!

Suelem era magra, mas tinha pernas torneadas e uma bundinha até carnudinha e dura. A primeira vez que a comi foi em minha casa mesmo. Meu irmão tinha plantões a noite, assim como minha mãe e, quase todas as noites, eu ficava sozinho. Numa dessas vezes trouxe Suelem para cá e começamos a nos beijar ainda no quintal, e ao entrarmos, fui logo arrancando sua blusa e comecei a chupar seus peitos, que eram pequenos, porém durinhos. Tirei minha roupa também e, no sofá mesmo, fiz ela chupar meu pau. Que boca de veludo, meus amigos! A moreninha chupava como profissional, babava toda minha rola e depois chupava cada uma das bolas. Depois chupei sua buceta, que sempre estava depilada e cheirava a um sabonete bem peculiar. Ela gemia e pedia mais e mais. Logo a levei para meu quarto e peguei uma camisinha, encapei o bicho e meti em sua buceta. Eu até tentei comer o cuzinho dela, mas ela resistiu e não deixou.

Nosso relacionamento, na verdade transas, foi se prolongando e após cerca de 6 meses, certa vez ela chegou e disse:

– Olha, trouxe um presente para você!

Quando desembrulhei o pacote era uma espécie de cueca de couro. Estranhei o presente, afinal, tinha visto isso em alguns filmes e ainda mais em filmes gays, mas mesmo assim aceitei e agradeci. Logo ela me disse:

– Ei, minha patroa vai viajar este fim de semana e isso quer dizer que estarei sozinha lá. Não quer passar a noite de sábado comigo? Eu te daria mais um presentinho. – Falou com cara de malícia.

Eu sorri também maliciosamento e concordei. Combinamos o horário e inventei para minha mãe que eu teria um serviço extra no prédio que trabalhei e que passaria a noite lá. Contei os dias para o sábado e finalmente chegou o dia. Suelem me liga pela manhã e diz que eu vá vestido com a cueca. Concordei! As 20:30 sai de casa e me dirigi ao AP de Suelem. Toquei o interfone e ela destravou o portão, me mandando subir. Quando cheguei notei que o AP era bem chique e tal, mas não estava lá para admirar decoração e sim para foder. Comecei logo a beijar Suelem e ela me falou para ter calma, me puxando pela mão e fomos ao quarto que ela dormia. Lá tinha uma cama de solteiro e uma pouco mobília, tinha uma TV e um aparelho de DVD. Suelem pôs um filme pornô e mandou eu tirar a roupa para ela ver a cueca, o que o fiz. Ela veio até mim e me beijou suculentamente, sugando minha língua quase como quisesse arrancar. Depois chupou meus peitos e desceu até meu pau, que já estava duro, e ficou mordendo por cima da cueca. Fiz sinal que ia tirar, mas ela não deixou.

– Fica aí parado e observa! – Ordenou Suelem.

Nisso ela tirou sua roupa e ela estava vestido com aqueles conjuntos de sutiã e calcinha fio dental. Suelem começou a rebolar em minha frente, esfregando sua bunda em mim, além de beijar minha boca e pescoço. Toquei por dentro da calcinha e sua buceta já estava molhada feito cachoeira. Ela virou as costas e pediu para eu lamber sua bunda, o que fiz rapidamente e Suelem delirava com minhas passadas de língua. Em dado momento ela tirou minha cueca e começou a bater punheta em mim e fez sinal para que eu olhasse para a TV (tinha me esquecido do filme que estava passando) e na cena tinha uma mulher comendo um homem com um consolo (strapon). Fiquei tesudo vendo a cena, mas não deduzi que ela queria o mesmo. Suelem tirou o sutiã e a calcinha, pôs o colchão no chão, deitou e disse:

– Vem Matiel, vamos foder sem limites hoje, vem!

Fui por cima dela e comeceu a chupar sua buceta depilada e cheirosa, todo meladinha de pré-gozo. Ela se contorcia e pedia mais, arrisquei e levantei um pouco as pernas dela e passei a língua na entradinha do cuzinho pequeno e apertado dela. Suelem suspirou, mas logo fez gesto de baixar o quadril, o que não a impedi.Ela tateou uma camisinha e me deu, pus e comecei a penetrar devagarinho, queria curti cada segundo com aquela moreninha. Fui metendo devagar e depois acelerei os movimentos.

– Isso puto, mete vai, mete em tua safada, mete! – Sussurrava Suelem feito uma cadela no cio.

A pus de 4 e segui metendo na sua buceta até que senti o gozo vindo.Tirei o pau de dentro da buceta, e gozei sobre sua barriga. Cai deitado e Suelem ficou me alisando, até que depois de um dado momento ela disse:

– Fica aí, vou te trazer um outro presentinho.

Suelem levantou e foi a uma das gavetas de uma cômoda que tinha e tirou algo, depois entrou no banheiro, quando ela saiu tive um susto com o que vi: Suelem estava vestida com uma “cintaralho” (um consolo) com um pau de borracha, mas ou menos do tamanho do meu, uns 15 cm, e veio em minha direção.

– Olha Matiel, esse pauzinho aqui é para você!

Dei um salto e fiquei sem entender.

– Que que é isso Suelem?! Que caralho é isso? – Falei assustado.

– Realmente é um caralho e é para você meu bem! – Disse Suelem sem a menor vergonha.

– Não, não vou deixar você meter isso no meu cu. – Protestei…

– Deixa de frescura, Matiel, você mesmo me contou que batia punheta e as vezes colocava o dedo no cu (isso é uma verdade, sem falar que ocultei a ela que já tinha dado meu cu a um colega num troca-troca, mas que fazia tempo) e agora quer se fazer de machão?

– Uma coisa é meter meu dedo outra é ser fodido por um pau, mesmo que seja de borracha, mas é uma pau. – Protestei de novo.

Suelem se apoximou de mim, me beijou na boca, segurou em meu pau, que já estava começando a ficar duro e sussurrou em meu ouvido:

– Vai meu neguinho, deixa eu meter em teu cuzinho com isso, vai! Vou meter devagar, prometo e se doer eu paro! (isso é a mesma conversa que nós, homens, dizemos quando queremos foder um cu, rsrsrsrsrs… )!

Suelem foi falando e falando, ao mesmo tempo lambia minhas orelhas e esfregava o pau de borracha no meu pau que já estava duro. Senti sua mão ir por trás de mim e seu dedo tocar em meu cu…

– Vai neguinho, deixa eu meter nesse cuzinho gostoso vai…

Ao ouvir suas palavras safadas e suplicantes não resisti e decidi deixá-la me comer. Fiquei de 4 e pedi que ela metesse devagar. Suelem foi novamente a gaveta e pegou uma camisinha e lubricante, besuntou meu cu e o pau e encostou a cabeça na entrada de meu cu.

– Relaxa neguinho para não doer e o pau entrar.

Suelem foi metendo, o pau escorregava, doía, mas ela não desistia. Eu me contorcia de dor e nervosismo, mas mesmo assim, permaneci de 4 esperando. Em dado momento a cabeça do pau de borracha passou. Fui as nuvens de dor e tentei sair, mas Suelem me segurou pela cintura e pediu calma.

– Calma uma porra, ta doendo sua puta! – Resmunguei.

– Agora que entrou basta você relaxar o cu e logo tudo vai está dentro! Não é isso que vocês homens dizem quando metem no nossos cus? – Disse a safada.

Fiquei parado, sentido dor, mas não sai, daí Suelem foi metendo devagar, eu não relaxava e meu cu doía mais e mais. Suelem então tirou o pau, melou mais com lubrificante e voltou ma meter e desta vez o pau foi entrando centímetro por centímetro. A medida que entrava meu cu ardia, mas também se dilatava e eu ia relaxando, comecei a sentir prazer. Me lembrei de quando dei para Cinthia e depois para meu colega no troca-troca (conto isso depois.) e fui relaxando.

– Isso neguinho, isso, relaxa vai. O pau ta quase todo dentro. – Dizia Suelem.

Quando entrou tudo, Suelem começou o vai e vem, primeiro devagar e depois foi acelerando aos poucos. Meu cu doía, mas não tão quanto antes e me vi gemendo e delirando.

– Ai neguinha, ai, isso, mete vai, mete em cu vai neguinha! Me fode, fode teu macho vai.

Suelem ouvia isso e delirava aumentando mais e mais as estocadas em meu cu, que já estava aberto demais. A foda foi de uns 12 a 15 minutos e eu comecei a me masturbar com o pau de Suelem em meu cu gozando em cima do colchão caindo logo em seguida sobre o esperma. Meu cu piscava e doía, saia a laminha do lubrificante e a safada da Suelem sorria e viciava. Olhei para ela, como sem acreditar no ocorrido e sem forças nada puder dizer.

– Chupa aqui, seu fresco filho da puta! – Disse Suelem, arrancando a cintaralho e me virando, pondo a buceta encharcada na minha cara.

Lambi e chupei aquela delícia e ela gozou em minha boca. Tomei cada gota do babado gozo de Suelem. Depois, fomos nos banhar e fazermos um lanchinho, pois ninguém é de ferro. Transamos outras vezes até perto de amanhecer, pois eu teria que sair antes do pessoal dos outros apartamentos levantarem, para não virem e dizer a patroa dela. Tentei comer o cuzinho dela, mas não teve jeito, só o meu é que foi fodido neste dia. Suelem e eu tivemos algumas outras fodas, mas ela foi dispensada por sua patroa e perdi o contato com ela, mas foi ela quem me iniciou na prática da inversão e depois tive outras experiência, mas que ficará para outro dia.

Espero que tenham gostado e até a próxima.

 

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