Minha mãe, a melhor foda da minha vida

Nunca pensei que passaria por isso, mas a vida nos surpreende.

Quando era mais jovem no início da adolescência, meus pais enfrentaram um duro divórcio, minha mãe era apaixonada pelo meu pai e se foi muito difícil para ela aceitar. Aliás, para qualquer um seria confuso, minha mãe era uma baixinha de 1,58 m, seios médios para pequenos empinados, pernas bem torneadas e um bumbum arrebitado, pele branca, cabelos negros que combinavam com os olhos e um sorriso estonteante.

Uma escultura natural, que apesar de não ter a disciplina na academia, era bem cuidado e as poucas estrias e quase nenhuma celulite escondia enganava quem quer que seja. Nome dela era Mariana, mas quase todos a chamavam de Mari, tinha apenas 33 anos quando meu pai decidiu ir.

Nessa época eu tinha apenas 12 anos e foi quando mais me aproximei dela, já que para me afastar do meu pai, ela assumiu todas as atividades, acompanhando no futebol, me levando para escola, inclusive assistia jogos e filmes de ação comigo.

Não reparava muito em minha mão, apesar de já ouvir muitas piadas sobre como ela era gostosa. Mesmo me irritando as vezes, tentava ignorar o máximo, pois na minha roda de amizades isso era comum, era mãe de fulano gostosa, irmã, tia, prima e amiga. A zuação entre nós não tinha limites.

Minha mãe tentava fazer o papel de meu pai nesse sentido, fazendo piadas sobre as namoradinhas do colégio ou me incentivar a conversa com alguma garota. Não funcionava muito bem, eu ficava muito embaraçado, só que também buscava interagir pra não deixar ela sem graça.

Essa proximidade foi aumentando com o tempo, já perto dos meus 13 anos falava disso normalmente com minha mãe, nada sexual é claro, porém eu tinha aprendido sobre sexo na rua, como todo garoto nessa idade. A forma vulgar e os hormônios se juntavam e faziam ferver o sangue, bastava algum decote, shortinho ou minissaia e o meu amiguinho já dava sinal de vida.

Foi então que finalmente passaria a ver minha mãe como uma mulher linda e atraente.

Era um sábado e tínhamos ido a feira, algo que eu odiava, porque era preciso acordar mais cedo do que ir para escola. Minha mãe me arrastou pra lá e sempre comprávamos muitas coisas, ela adora ficar andando por lá.

Quando começou a pingar foi a deixa, entramos no carro a fim de evitar a chuva quando chegasse em casa, ledo engano, o pegamos um leve trânsito que suficiente para nos atrasar enquanto passava de um chuvisco para chuva e, ao chegar na entrada do condomínio um verdadeiro toró!

A garagem era coberta, no entanto, havia uma parte descoberta até a entrada que dava para os fundos. Como havia muitas coisas, fizemos 3 viagens cheios de sacolas cada um. Minha mãe disse em tom de desespero:

– Filho, deixe as sacolas aí, vai direto para o bainheiro da piscina pra não molhar tudo aqui dentro!

– Tá mãe, leva a toalha pra mim! – gritei de longe.

Entrando no banheiro tirei minha roupa rapidamente, a água da ducha chegava a estar morna se comparada a da chuva. Chegando logo em seguida, minha mãe não só trouxe a toalha, como se despiu e entrou box comigo!

Eu olhava sem nem ao menos piscar, meu membro subiu na hora, ela estava toda arrepiada do frio, os biquinhos dos peitos ouriçados. Molhando os cabelos e de olhos fechados ela tentou ininciar a conversa:

– Nossa que chuva foi essa! ? Sorte que já tínhamos chegado em casa. –

Catatônico, eu olhava vidrado, como a água escorria pelo seu corpo, pelas suas costas, passando a marquinha do biquíni e descendo. O máximo que consegui responder foi “uhum”.

– Tomara que gente não pegue um resfriado, iria acabar com nosso final de semana né?

– É, seria ruim. – Ainda surpreso respondi. Ela notou minha timidez.

– A água da ducha está ótima! – Disse ela se virando pra mim e logo perguntando;

– Que foi menino, nunca viu sua mãe pelada? – O tom era de descontração.

Sem graça, apenas sorri, tentando disfarçar a minha ereção. Mesmo tendo visto ela nua outras vezes, dessa era diferente, um instinto em mim fazia com que eu visse apenas uma mulher na minha frente. Notando meu pau duro, ela deu leve sorriso, com olhar de quem entendia o que se passava. Então ela resolveu me provocar.

– Passa o sabonete nas minhas costas, Pepê. – Se virou e olhando de lado me entregou o sabonete.

Peguei o sabonete e fui passando, meu pau chegava a pulsar, com a minha idade eu quase tinha a mesma altura que ela.

– Passa mais embaixo. – Disse ela, olhando para frente.

Desci as mãos ensaboadas até sua bunda, macia, passa pela marquinha e cheguei a segurar a sua cintura, como seu eu estivesse em transe. Para provocar ainda mais:

– Passa nas minhas coxas.

Cheguei mais perto, abaixando me corpo um pouco conseguir alcançar e num dado momento, esquecendo da minha ereção, a cabeça do meu pênis encostou na bunda dela. Ela fez que nada aconteceu e eu continuei, não queria que aquilo acabasse nunca.

Contudo ela queria mais, mais de mim. Disse:

– Está bom, se vira que agora vou passar em você! – Com um sorriso malicioso.

Me virei e comecei a sentir as delicadas mãos em meus ombros, foram descendo e subindo, embora eu estivesse muito excitado, comecei a relaxar um pouco. Ela nada dizia, desceu até minhas coxas e fui subindo novamente. E agora sem ignorar ela disse em meu ouvido:

– É safado, esse negócio não abaixa? – Dando uma sutil risada;

– Está difícil – Respondi automaticamente;

– Mas está assim porque me viu pelada?

– É mãe, todo mundo fala que você é gostosa e é verdade. – Me surpreendi em ter dito isso, eu já estava sem filtro, só a cabeça de baixo pensava.

– KKKKKKK! – Dessa vez uma risada escandalosa, seguida de outra pergunta.

– Você sabe bater punheta? – Perguntou sussurrando em meu ouvido, notei que aquilo estava excitando ela também.

– Sei. – Respondi meio tenso.

– Quem te ensinou?

– Aprendi ué!

– Algum amigo seu já falou que bate pensando em mim? – Aquele sussurro ecoava no meu ouvido, não conseguia sair do transe, ela devia estar também.

– Poucos falam zoando, mas sei que todo mundo faz isso, você é uma gata!

– Uhm, obrigada! – Toda boba.

Ela me virou de frente, me olhou nos olhos de maneira mais séria, mas não brava e falou:

– Olha, eu sou sua mãe, o certo é você ficar excitado assim com outras mulheres, na verdade meninas. Mas sei que você está com os hormônios a flor da pele e qualquer coisa vai te deixar animado. Tenta se segurar menino! Se precisar de ajuda, me chama ok? Isso fica entre nós!

– Tudo bem mãe.

Fiquei aliviado, achei que viria uma bronca daquelas, porém entendi que ela só queria ser uma “amiga”. Então ela foi descendo mão direita pelo meu peito, passou pela barriga, passou os dedos no meu púbis e segurou meu membro.

Ela já não me olhava os olhos, apenas para meu pau rijo. Novamente eu estava catatônico, estava confuso, a ajuda dela seria algo a mais? Ela disse:

– Vira de novo, assim fica melhor.

Me de costas para ela novamente, ela voltou a segurar meu pau, encostou o corpo dela no meu, sentia seus seios em minhas costas e sua mão ensaboada.

– Relaxa. – Disse mais uma vez sussurrando.

Começou o lento vai e vem, deixa a cabeça bem exposta e levava a mão até a base, depois subia devagar. Minha respiração ficou pesada, e cada vez que subia a mão eu fechava os olhos. Na minha mente, seu corpo surgia em cada detalhe, não conseguia pensar em mais ninguém!

Ela foi aumentando o ritmo e com a mão esquerda descendo até minhas bolas, com meus braços por baixo dos dela, segurei na sua cintura. Parecia ter sido um código, pois começou a acelerar e girar a mão, de repente escuto um sussurro bem baixo, dizendo apenas:

– Goza!

– Ahhhh, Ahhh, ahhh! – Gozando!

Um esperma branco e numa quantidade que jamais vira sair de mim. Fiquei ali ofegante em puro êxtase, nada se comparava aquele momento. Minha mãe com a respiração pesada parecia ter acordado do transe, se enxaguou na ducha, pegou a toalha e saiu.

Minha vida tinha mudado.

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