Comi a mulher do Corno no banheiro dele

Comi a mulher do Corno no banheiro dele

Olá, meu nome é Rodrigo. Tenho 26 anos, sou branco, 1,86, corpo magro atlético e pênis de 19 centímetros. Trabalho em um escritório de comércio exterior e, além de amar a putaria, adoro escrever, então decidi trazer minhas histórias pra cá. O que vou relatar a seguir aconteceu 100%, com pequenas modificações.

Certa vez, no tinder, dei match com um perfil de mulher que, pouco tempo depois, descobri ser na verdade um homem. Ele me disse que tinha o sonho de ser corno, e tinha gostado do meu perfil. A princípio fiquei interessado em saber mais, e procurei conhece-los. Ele me disse que não sabia da real índole de sua mulher, nunca teve coragem para dizer que queria vê-la com outros, mas que planejava uma empreitada. Ele queria apresentar um amigo que a seduzisse “sem ele saber”, quando na verdade ele mesmo estava comandando a situação. Gostei da ideia e, apesar de achar que não daria em nada, trocamos números e fomos conversando. Com o tempo e a intimidade, ele me contou que suspeita que sua mulher o trai desde sempre, mas nunca conseguiu confirmar. Enfim, planejamos e executamos o que ele estava pensando. Aos sábados de manhã a mulher dele sempre estava em casa, e ele não trabalhava aos finais de semana. Nesses dias, jogava futebol society e sempre chegava em casa cerca de 11 ou 11:30 da manhã. Foi então que ele começou a me levar em casa depois do futebol, na desculpa de que eu era um amigo do futebol que morava perto. Isso acontecia para que eu pudesse usar a desculpa de tomar banho lá, e o motivo vocês entenderão brevemente. A mulher dele, devo dizer, era maravilhosa. 32 anos, cerca de 1,56 de altura, levemente gordinha, seus peitos eram bem fartos, chamavam a atenção de qualquer homem por debaixo das blusinhas que ela usava naqueles sábados quentes, cabelos loiros curtos e uma cara de safada difícil de disfarçar.

Começamos gradualmente para ver como ela reagia a um outro homem frequentando a sua casa. Ela se mostrou muito receptiva, me tratava bem, e eu sempre almoçava lá, ela parecia me servir com prazer. Sabe aquelas mulheres que parecem ter instinto de vadia? Era ela! Me tratava tão bem que era muito nítida a tensão sexual, quando ela pensava estar segura na justificativa de estar “tratando bem a visita”. Quando o marido não estava presente no cômodo, eu observava discretamente e sempre captava olhares dela. Essa foi a deixa, na semana seguinte, expliquei pro cara que eu tinha uma ideia. No próximo sábado, chegaríamos despercebidos, uma vez que ela sempre estava fazendo almoço neste horário, e só percebia nossa chegada quando íamos até a cozinha. E assim fizemos, chegamos, abrimos o portão sem fazer o mínimo barulho, ele me disse: “Vai pro banheiro e deixa o resto comigo. ” Obedeci imediatamente, pude ouvir ele caminhando até a cozinha, conversando com ela e avisando que ia sair para buscar algo, não entendi bem o que era, mas acho que ia no mercado. Agora, era só esperar ela entrar no banheiro, e demorou um pouquinho. Nesse tempo, eu já sem roupa, estava extremamente excitado, meu pau latejava ao imaginar ela nua, e me dando como uma vagabunda. Pensei “Se eu ligar o chuveiro, ela vai ouvir o barulho e vir checar, já que o marido não está em casa, quem está tomando banho?” Dito e feito. De dentro do box transparente, com o meu corpo todo molhado, vi a porta se abrir levemente. Assim que ela me viu, fez uma cara de espanto e imediatamente gritou “Desculpa! Ai meu Deus! Eu não sabia que você veio hoje! Meu Deus do céu!” Então eu respondi: “Magina, tudo bem! Me faz um favor? Pega uma toalha pra mim? Eu esqueci de trazer a minha hoje!”. E ela assim foi buscar. Quando chegou, ela evitava me olhar a todo custo, tentando parecer santa, no entanto, eu aumentei a tensão: perguntei se ela podia me ajudar a me secar. Ali, nesse momento, arrisquei tudo, ou era ou não era. Ela instantaneamente respondeu: “O quê? Como assim?” e assim percebi que ela já era minha, senão teria saído imediatamente ou me xingado. Ela mostrou espanto enquanto olhava discretamente para o meu pau, que pulsava latejante. No mesmo instante pulei pra fora do box, tirei a toalha da mão dela, e pressionei seu corpo junto ao meu, com meu pinto encostando em todo seu abdômen, beijei-a intensamente, puxando pelos cabelos e, sem esperar muito, ela desceu e começou a me mamar. No exato instante em que ela abocanhou meu pau, percebi que se tratava de uma mulher com instinto de puta natural. Ela chupava vagarosamente, e babava tanto que a saliva pingava no chão. Apesar de confiar no meu potencial, cheguei a pensar se seria capaz de dar conta daquela mulher, que mais parecia uma cachorra no cio. Em dado momento, ela parou de chupar e, enquanto me masturbava, falou “Meu Deus do céu Rodrigo, olha o que cê tá fazendo eu fazer”. Que vagabunda! Ainda queria me culpar, puta nata! Subi a cabeça dela pelos cabelos, e falei “quero te comer todinha! Cadê a camisinha?”. Ela de imediato respondeu: “Vai sem camisinha mesmo, tô louca pra te dar!”. Dizia isso enquanto apoiou um dos pés na tampa do vaso sanitário, agarrou minha rola e inseriu vagarosamente em sua buceta que estava aparentemente sem ser depilada há semanas. Adentrei, e que delícia de buceta! Comecei a meter tão forte que meu caralho pulsava tesão incessantemente, enquanto eu a beijava bem gostoso.

A maioria das mulheres reclama do tamanho do meu pau, que machuca, então dificilmente enfio tudo de primeira. Ela, com os braços envoltos no meu pescoço, trouxe seu rosto bem perto do meu, e falou bem perto da minha boca: “Enfia tudo! Não fica com dó!” Então desceu suas mãos e pressionou meu quadril pra dentro dela, a rola entrou por inteiro e ela pareceu nem sentir. Que vagabunda! Como uma mulher tão pequena e delicada suportava um caralho grande e grosso sem nem sentir? Aqui, confesso, fui incapaz de aguentar. Falando aquilo bem perto de mim, o cheiro de mulher excitada se misturava com o hálito de rola babada que saía da boca dela, e gozei sem nem mesmo ter tempo de avisar. Forrei toda sua buceta com leite quente, enquanto respirei cansado. Eu falei “Caralho, me desculpa, não aguentei… E agora?” Ela riu de canto e falou “Calma, qualquer coisa o Fernando cria!”. Não pude acreditar que estava lidando com uma vadia desse naipe. Ela agarrou a base do meu caralho, e retirou ele vagarosamente de dentro da sua buceta, ele saiu ainda pingando, e pude ver sua buceta escorrendo todo meu leite, que caía no chão. Naquele mesmo dia, mais tarde, contei pro cara o que aconteceu, e ele ficou totalmente louco! Dali em diante vivemos muitas aventuras juntas, mas isso é assunto pra outros textos, se vocês gostarem desse. Me digam aí! Valeu!

 

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